Existem pessoas que nascem ligadas a força. Já outras, tendem a conquista-la com suor e sangue.
(Mas oque dizer sobre aqueles destinados à força, oque fazer contra quem é vinculado a vitória...?).
Eu sempre me perguntei isso, porque eu nasci com tamanha força? Porque esse título foi dado para mim, e não para outro? Oque um santo deveria significar...
Oque essa arma lendária deveria representar em minhas mãos?
EU
Corto, e nada muda.
Derroto, e nada muda.
Mato, e nada muda...
Oque estou representando com esse cargo maldito que me segue em todo caminho...?
Eu... (Avance) Nunca quis... (Avance!) Porque... (Avance!!) Eu Entendi, eu devo avançar.
Não importava aonde fosse, o olhar do santo estagnava em um vazio sem igual, cada oponente não trazia o ânimo de poder ser derrotado, aquela arma, sua força, nada o deixava perder...
Quanto mais ele lutava, mais longe estava a chance de ser derrotado. Até que ele apareceu, um garoto jovem, olhos como fogo, cabelos carmesim, uma lança maldita igual sua arma lendária...
Talvez ele... (Não) ele não é nenhum adversário digno, quanto mais eu espero, menos eles duram.
Assim, ambos partiam para um destino incerto. Quem nascia destinado, nunca poderia sair da morte que acompanhava essa fé... mais e mais, aquela maldita lança não deixava ele avançar, seja por cima, pelo lado, por baixo, nenhum corte chegava. não importava quanto a arma lendária tentasse, a lança simplesmente negava tudo... Quanto mais golpes ressoavam, mais a felicidade do santo aumentava, finalmente um forte depois de tanto tempo.
Como eu pude me esquecer... Uma batalha é isso, essa sensação... Eu quero mais, me dê mais, retire esse maldito título de mim...
Então, o barulho da lendária lâmina ressoava, atravessando a pele do pequeno jovem. No entanto, outro som de carne sendo partira era ouvido, com um olhar baixo, o santo entendia tudo que havia acontecido.
Eu
Perdi?
O santo se perguntava enquanto o sangue em seu peito escorria, cada vez mais. A única coisa que passava na mente do santo era "Quem seria o próximo a ser colocado no cargo?"
Ei garoto, me chamo Jinnzal... Me diga seu nome.
O santo em sua última súplica, sangue escorrendo por sua boca, sua visão de pouco em pouco ficava borrada, suas mãos afrouxaram o aperto da espada, soltando a arma que nunca saia dele... O jovem a sua frente olhava com desdém, enquanto abria levemente a boca.
Eu? Me chamo Aiketsu.
Jinnzal sorria, antes de cair de peito no chão, o olhar de Aiketsu expressava a mais nua e cria cara de desprezo... Outro fraco e desprezível caia diante dele, mais um que não durou o suficiente para o coração sentir o sabor do medo, ele ia embora enquanto deixava a lâmina lendária de Jinnzal para trás, pois lâmina nenhuma superava a lança imparável de Chulain... E então, o título que só era passado pela elite, agora foi tomado a força por um jovem que fazia o próprio destino se ranger na sua frente...
× Já fazem dezenove anos não é... Jinnzal, esse cicatriz ainda arde, como eu gostaria de poder te partir novamente ×
Aiketsu dizia, enquanto caminhava em busca de mais uma provação. A única cicatriz em seu corpo era a feita pelo antigo santo da guerra..
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