Chapter 16:

Capítulo 14: O Meu Nome É...

Un-Awakened


Sangue espirrava por todo lado.

Ele corria desesperadamente pelos corredores sem fim. Mãos escuras surgiam das sombras, tentando agarrá-lo, enquanto a escuridão o consumia lentamente, subindo por suas pernas.

“Desista.”


“Desista.”


“Desista.”


“ACORDE!”


Uma voz cortou o pesadelo. Ele despertou bruscamente.


O protagonista se levantou da cama com um susto, respirando forte, olhos arregalados. O suor frio escorria pelo rosto.

“Pesadelo…” sussurrou para si mesmo, antes de cair de volta sobre o colchão, exausto.

Três dias se passaram desde a última missão. Os dias pareciam ter voltado ao normal — lentos, quase pacíficos. O clima esfriou ainda mais nas cidades desertas ao redor, e a rotina dos Lamp Bringers voltou ao ritmo habitual.

Naquela tarde, no pátio da central, o Dr. Ronan Magnus observava Homura com atenção.

“Você disse que viu um homem de branco e que ele te derrotou. Só isso?” perguntou Magnus.

“As coisas andaram estranhas… e eu estava em desvantagem na neve,” respondeu Homura, ainda com várias bandagens pelo corpo. “Pareciam ser usuários de marca, pelo que deu pra ver…”

“E nem são os Mark Hunters… agora tem uma nova facção para acabar com isso…” Camellia entrou na conversa, estendendo os braços para cochilar.

“Nós devíamos investigar isso logo…” sugeriu Homura.

Mas Magnus o cortou:

“Você precisa se recuperar primeiro antes de entrar em qualquer missão.” Ele apontou para o corpo todo enfaixado de Homura.

“E você também, Reki,” chamou o doutor quando viu o rapaz saindo da enfermaria.

“Estou ciente do meu corpo…” respondeu Reki com frieza. “Aliás… deve ter ouvido falar da Ash…”

Magnus arregalou os olhos.

“Ash?”

Reki continuou:

“Ash Sterling. A ex-comandante da equipe VEIL que supostamente deveria estar morta após uma missão cinco anos atrás…” Ele parou por um instante.

“Não pode ser,” uma voz feminina cortou a conversa. “Embora não tenhamos conseguido recolher o corpo… tivemos certeza que ela estava enterrada debaixo das pedras.” Era uma jovem de cabelos roxos de ondas curtas.

“Pharett?” Homura percebeu a garota.

Reki ignorou a interrupção e seguiu:

“Ela carregava um livro. Aquele livro pode ou aparenta ser uma das Sete Marcas Antigas, pelo que mostou até então.”

Pharett cortou novamente:

“Uma das sete marcas? Impossível.”

“Sete marcas antigas?” perguntou Lamper, que acabara de descer as escadas após ver tanta gente reunida.

Magnus respondeu:

“Lendas dizem que o Criador, quando estava formando o mundo, usou onze marcas iniciais. As 4 primeiras foram as Marcas Originais. E para criar o resto de seu povo, foram usadas as setes marcas que tinham poderes absurdos que incluia na natureza.”

“Lendas são lendas,” concluiu Pharett. “Eles ainda acham que essas marcas agora estão perdidas nas terras desconhecidas… que alguém no final as encontraria. Patético.”

Homura respondeu:

“Mesmo assim, ainda é por isto da existência dos Lamp Bringers, recuperá-las antes que algum sujeito com intenções não boas as obtenham… sendo real ou não.”

De repente, o telefone da sala tocou, interrompendo a conversa.


longe do barulho

No quarto escuro, com janelas e portas fechadas, algo parecia estar re-acordando.

Nas profundezas do sono e do pesadelo, a sombra de uma criança sem expressão.

Outra garota segurava seu rosto. As palavras ainda estavam embaçadas demais para ouvir, mas pareciam acordar algo dentro dele.

Assim que o tempo passou… uma voz levemente suave e sutil começou a tornar-se audível:

“Então que tal _____ ?~ Tem um significado importante para todos nós.”

No mesmo instante, o protagonista acordou do pesadelo mais uma vez, suando frio e respirando forte.

Mas desta vez, ele disse algo em voz baixa:


“Meu…”


“Meu nome…”



“Meu nome é…”



“Hiwa…”